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INTERSEÇÕES - FORMAÇÃO ARTÍSTICA PLURAL

 O Interseções – Formação artística Plural, uma organização da associação Quarta Parede é um ciclo de oficinas que convida à experiência de outras formas de estar em encontro, curiosidade, descoberta e diversão através das artes. Estas oficinas propõem a aproximação e experimentação de práticas diversas dentro das artes performativas através de uma programação ao longo do ano dirigido a pessoas de todas as idades, sem ou com pouca experiência na área artística. A decorrer em diferentes locais da Covilhã, como na Biblioteca Municipal, Foyer do Teatro Municipal, Centro Ativ’Idades, e em espaços de exterior, a programação conta com oficinas de dança por Ana Jezabel, Krayze (Fábio Januário) e Juliana Gamas, de voz por João Castro, de tradição oral por Leonor Narciso, e de teatro por Mafalda Saloio e Sílvia Ferreira.

Participação sujeita a inscrição prévia e limite de lotação. Informações e inscrições: geral@quartaparede.pt e/ou +351 962 276 267.

“Interseções – Formação artística Plural” é financiada pela República Portuguesa – Cultura, DGArtes - Direção-Geral das Artes e Câmara Municipal da Covilhã.

 

Locais, datas e horários das oficinas:

🟢Movimento Criativo com Juliana Gamas
Data: 24 de fevereiro
Horário: 15h00 – 16h30
Local: Biblioteca Municipal da Covilhã
👉Nesta oficina procuramos as danças escondidas no nosso corpo para as partilhar e dançar em conjunto. O convite é para o Corpo como ferramenta de exploração, descoberta e criação de movimento livre partindo das experiências de cada um/a e da sua fisicalidade própria. O movimento e a dança têm um valor educativo integrador que associa técnica, expressão, emoção e criatividade, através das quais o mundo interior de cada pessoa se torna tangível.

𝐒𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐉𝐮𝐥𝐢𝐚𝐧𝐚 𝐆𝐚𝐦𝐚𝐬
Juliana Gamas inicia a sua formação em artes performativas com o Curso de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra (2002). Em 2004 ingressou no curso de Dança da Faculdade de Motricidade Humana em Lisboa. Desenvolve a sua formação com Anna Mascolo, Mercedes Prieto, Né Barros, Peter M. Dietz, Nuno Pino Custódio, João Fiadeiro, entre outros. Desenvolve a prática da docência no ensino artístico especializado em Dança na Escola Lugar Presente em Viseu e integra o projeto Viseu Educa/E-Inclusão. Atualmente, integra o corpo docente do Conservatório de Música da Covilhã e leciona disciplinas do curso de Ensino Artístico Especializado em Dança. Desenvolve oficinas com diferentes entidades e projetos na área da dança inclusiva, produção e formação.

🟢Canto e Tradição Oral com Leonor Narciso
Data: 16 de março
Horário: 15h00 – 16h30
Local: Biblioteca Municipal da Covilhã
👉Conscientes da fragilidade do património de Tradição Oral, é urgente identificar, registar e documentar as tradições e expressões orais, promovendo a partilha intergeracional.
“Brincando” com sons corporais e palavras, exercitando corpo e memória, estimulando o gosto pelo canto, esta oficina é um convite para:
- Valorizar e salvaguardar o património de tradição oral;
-Explorar as memórias e o imaginário coletivo;
-Explorar a criatividade e a expressão a artística do património oral (lengalengas, cantilenas, trava línguas, provérbios, adágios populares) promovendo dinâmicas de grupo.

𝐒𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐋𝐞𝐨𝐧𝐨𝐫 𝐍𝐚𝐫𝐜𝐢𝐬𝐨
Leonor Narciso (1955) é Professora do Ensino Básico com formação específica na língua portuguesa. Há mais de 40 anos que se dedica à cultura, identidade, tradição e história beirã.
Não se assume contra a globalização, mas sim pela permanência de raízes que fortalecem o nosso crescimento coletivo. O seu trabalho tem-se distinguido na recolha de património de tradição oral e registo do canto e dança da Beira Interior, patente em trabalhos como os CDs e DVDs “Cantos da Terra” e “Expressões culturais”.
Sublinha-se a sua participação em projetos musicais como “Aqualma”, “Milho Rei” que fundem as sonoridades da região e a música contemporânea, e a direção do grupo de percussão e
canto “Adufeiras do Paul”, da Casa do Povo do Paul.
Dirige oficinas de canto e adufe, dança e teatro em festivais como o Andanças, Entrudanças, Iberfolk, Évora, Santo Tirso e Sendim. E desenvolve vários projetos artísticos em escolas, lares
e academias seniores.
Tem estabelecido colaborações com entidades como as Câmaras Municipais da Covilhã, Fundão e Guarda, Inatel, ADERES, coletividades culturais e grupos de teatro e artes performativas.

🟢Kuduro com Krayze
Data: 19 de abril
Horário: 19h00 – 20h30
Local: Foyer do Teatro Municipal da Covilhã
👉 O estilo kuduro, em termos de dança, é frequentemente energético, incorporando movimentos rápidos com os pés de quadril e gestos muito expressivos. Em relação a música, o kuduro, mistura ritmos tradicionais angolanos como o Semba e a Kilapanga adicionando a música eletrónica ocidental (EDM) bem como hip hop. É sem dúvida um estilo para todos.

𝐒𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐅𝐚́𝐛𝐢𝐨 𝐉𝐚𝐧𝐮𝐚́𝐫𝐢𝐨/ 𝐊𝐫𝐚𝐲𝐳𝐞
Fábio Jorge Januário nasceu em 18 de agosto de 1988 em Luanda, Angola. Veio para Portugal em 2002, onde iniciou a sua carreira de dança. Desenvolveu os seus conhecimentos de danças urbanas no hip-hop, house, popping e locking, ministrando frequentemente workshops e masterclasses de Kuduro em Portugal e no estrangeiro. Como bailarino, já trabalhou em diversos festivais e, desde 2022, atua na peça "CARCAÇA", de Marco da Silva Ferreira. Fábio aposta sempre no Kuduro e em projetos associados a outros artistas.

Data: 24/02/2024 a 19/04/2024

Local: Covilhã

Publicação: 15-02-2024

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